sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Martírio

Poemas de verão para amores de inverno, pensamentos sem sentido, saudade, dor, esperança
poeta desde criança, busco a felicidade,
que bateu em minha porta e fugiu.
Sentimentos confusos, no coração de uma amadora
A solidão é minha companhia ,
que me visita em noites frias.
Meu coração anseia por calor,
mas no frio me encontrou,
aonde está minha felicidade que se foi,
ficou no passado, incerteza de toda a natureza da dor.
busco palavras para expressar
aquilo que não tem como explicar,
vida ingrata coração abandonado.
Pobre poeta sem inspiração,
sua dor em poemas, sua vida de decepção
olhando a rua pela minha janela,
pessoas felizes se exibem, me torturam
com a felicidade e a indiferença que eu não tenho
no frio eu vivo, meu coração gelado de pedra
flagela minha alma e ofusca minhas idéias,
em versos mal escritos, alivia sua dor tentando esquecer
todo o mal que já passou. e ainda esta por vir
Poeta, minha vida é de trevas e meus versos negros
escondem a verdadeira razão
que me faz sofrer no mundo.
Mal de amor que levaram
lembranças dos tempos de criança,
sem minha dor não seria poeta,
não saberia escrever e expressar minhas idéias,
agora suspiro aliviado.
No smeu quarto trancado com meus pecados,
confesso, pesso para que meus pecados sejam perdoados
amei demais, hoje só clamo por liberdade
poeta nobre, meu amor me condena.
A solidão que é a minha companhia,
faz eu pensar em que consiste minha vida,
sobrevivente da indiferença,
mendigo do amor de um anjo,
poeta solitária esse é o seu martírio.

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